Entenda a Lei 15.326/2026 e seus riscos para o funcionalismo

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  Lei nº 15.326/2026: o que está em jogo para os servidores públicos? A aprovação da Lei nº 15.326/2026 tem gerado debates importantes entre os servidores públicos, especialmente na área da educação. Mas afinal, o que essa lei muda na prática? E por que ela tem preocupado tantos profissionais? 📌 Resumo rápido: A lei pode impactar carreiras, atribuições e direitos dos servidores — o risco está na interpretação incorreta. 📌 O que diz a Lei 15.326/2026? De forma geral, a lei trata de reorganizações e interpretações de cargos no serviço público, o que pode impactar diretamente: Estrutura de carreiras Atribuições dos cargos Direitos já conquistados Forma de enquadramento dos servidores Embora mudanças administrativas sejam comuns, o problema surge quando há interpretações equivocadas na aplicação da lei. ⚠️ Onde está o risco? Alteração indevida das funções de cargos já existente...

Justiça julga adicional de periculosidade da Guarda Municipal de Jundiaí

 
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A Justiça paulista marcou para quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026, o  julgamento  de uma ação que discute a legalidade do pagamento do adicional de periculosidade aos guardas municipais de Jundiaí. A decisão pode impactar diretamente a remuneração de centenas de servidores da corporação.

O processo tramita no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) e questiona a constitucionalidade da lei municipal que garante o adicional aos integrantes da Guarda Municipal de Jundiaí, benefício que pode chegar a até 30% do salário-base.

A ação foi proposta sob o argumento de que o pagamento do adicional não estaria de acordo com normas constitucionais, por se tratar de matéria que exigiria legislação específica em âmbito estadual ou federal. Caso o entendimento da Justiça seja favorável à tese, o benefício poderá ser suspenso.

Por outro lado, a Prefeitura de Jundiaí defende a manutenção do adicional, afirmando que os guardas municipais exercem atividades de risco permanente, muitas vezes equiparáveis às forças de segurança pública, o que justificaria o pagamento da periculosidade.

A expectativa entre os servidores é grande, já que o resultado do julgamento pode provocar redução salarial significativa e abrir precedente para outros municípios. O caso também pode chegar ao Supremo Tribunal Federal (STF), dependendo do desfecho no TJSP.

Entidades representativas dos guardas acompanham o processo e defendem que a retirada do adicional desvaloriza a categoria e ignora os riscos enfrentados diariamente no exercício da função.

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